sábado, 7 de abril de 2012

Porto dos Gaúchos seguirá o exemplo??



Dos 43 municípios que estão na lista 25 são do estado de MT, Porto dos Gaúchos - MT também se encontra na lista do MMA, lista a qual foi criada em 2007 baseada nos focos de incêndio, "se tem queimadas tem desmatamento" foi a justificativa dos criadores da lista, restam ainda 19 municípios com a ardua missão de reduzirem o desmatamento e implantarem técnica sustentáveis as políticas de desenvolvimento agrário e industrial.

Tive o Prazer de conhecer e trabalhar no Projeto Olhos D'água da Amazônia realizado em Alta Floresta - MT, um dos principais responsáveis  pelo município ter saído da lista.

Ha uma grande expectativa em iniciar os trabalhos de uma ONG, TNC - The Nature Conservancy, ONG Europeia que atua em mais de 30 Países e vários estados do Brasil, sua missão no estado de Mato Grosso é trabalhar em parceria com prefeituras e realizar o trabalho de Licenciamento dos Municípios, ou seja, das propriedades rurais com a elaboração do CAR - Cadastro Ambiental Rural, primeiro passo para que um município saia da lista suja do MMA.



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Alta Floresta deixa lista de maiores desmatadores da Amazônia


07-04-2012 - 10:28


 O município de Alta Floresta comemora a confirmação recebida na última quinta (4), por parte da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema/MT) de ter 80% de sua área com Cadastro Ambiental Rural (CAR). Com isso, Alta Floresta está fora da lista de municípios críticos do desmatamento na Amazônia, criada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), em 2007, que enquadrou 43 municípios impondo várias sanções e determinou o embargo ao crédito rural para propriedades sem CAR.
Na prática, é como se uma cidade inteira estivesse com o nome sujo na praça.

A retirada de Alta Floresta da lista já foi confirmada pelo Ministério do Meio Ambiente e deve ser publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias.

Para sair da lista, o município também precisou reduzir significativamente as taxas de desmatamento nos últimos dez anos, outro critério imposto pelo MMA para municípios nesta situação.

Essa conquista é fruto de um trabalho de gestão ambiental municipal desenvolvido a muitas mãos desde o final de 2009, com ações de parceria entre prefeitura, segmentos econômicos, organizações não-governamentais e sociedade civil.

De acordo com Irene Duarte, secretária de Meio Ambiente de Alta Floresta, o melhor é saber que o município começa agora uma nova história, olhando para o horizonte e redesenhando sua trajetória. “Nós estamos mostrando que é possível produzir com sustentabilidade na Amazônia. Eu acredito nisso e todos que atenderam ao nosso chamado cidadão também acreditam”, disse a secretária ao se referir aos pequenos, médios e grandes proprietários que aderiram a proposta e fizeram o CAR.

Irene faz questão de ressaltar também que as parcerias foram fundamentais para garantir o sucesso da iniciativa. “O trabalho a ser realizado é muito grande. O desafio é muito maior do que qualquer prefeitura conseguiria enfrentar sozinha. Por isso, deixo meus sinceros agradecimentos aos parceiros, como Sema, MMA, Unemat, Fundo Amazônia, Fundação Avina e ICV”, reforçou.

Para o Instituto Centro de Vida (ICV) a visão arrojada de sustentabilidade da secretária Irene é exemplar, pois ela conseguiu engajar, primeiro, a própria prefeitura, depois os parceiros e a sociedade local.

Segundo o ICV, a experiência de Alta Floresta comprova que encarar os desafios de forma coletiva, com ações práticas desenvolvidas de forma integrada, é o melhor caminho para se vencer os grandes desafios socioambientais que existem nos municípios amazônicos. Além de sair da lista dos maiores desmatadores, Alta Floresta agora faz parte dos municípios que tem o desmatamento monitorado e sob controle, o que possibilita uma nova trajetória de desenvolvimento econômico pautada na sustentabilidade.

O próximo passo é Alta Floresta se tornar um “município verde”. Neste sentido, nas próximas semanas, o município assinará um Pacto com todos os segmentos da sociedade para essa transição rumo à sustentabilidade.

A lista

Com a saída de Alta Floresta, Mato Grosso ainda possui 19 municípios na lista crítica de maiores desmatadores da floresta amazônica. No ano passado, Querência, município localizado na Bacia do Rio Xingu, foi o primeiro do estado a deixar a lista.
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Fonte: Nativa News

quinta-feira, 29 de março de 2012

Programa MT Legal!

O programa MT Legal é um Programa Matogrossense de Regularização Ambiental, amigo Homem do Campo, não perca esta oportunidade de regularizar o passivo ambiental de sua propriedade, aderindo ao programa você é beneficiado na isenção de algumas taxas e multas, o prazo do MT Legal termina em Novembro de 2012.



BIOVERDE ASSESSORIA AMBIENTAL.

AV. STº ÂNGELO, 1395

PORTO DOS GAÚCHOS – MT

66-8438-9654

66-3526-1836  

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Representantes de Porto dos Gaúchos conhecem projeto ambiental em Alta Floresta.



Estiveramem Alta Floresta, o vice-prefeito e secretário de Meio Ambiente de Porto dos Gaúchos, Mário Henrique Lara Ferreira e o biólogo Lair Cristiano Heinen. Este intercâmbio teve como objetivo a troca de experiência, visto que, naquele município também está sendo iniciada a regularização ambiental e fundiária.
O biólogo Lair Cristiano Heinen argumenta que os municípios precisam fazer a sua parte. “Com certeza esse é o caminho. Ao não realizar este trabalho de regularização ambiental o município pode perder recursos. A implantação de novas empresas fica prejudicada, até mesmo a expansão agropecuária. Estar em dia com o meio ambiente é uma porta de entrada para investimentos”.
Importante destacar que o biólogo estagiou no projeto Olhos D’Água da Amazônia no mês de setembro de 2011. No período que esteve no município ele procurou participar de todas as atividades desenvolvidas, tendo em vista que ele pretende desenvolver ação semelhante no Projeto “Porto dos Gaúchos 100% legal – Produzindo com sustentabilidade”.
“Este trabalho que está sendo desenvolvidoem Alta Floresta, vamos iniciar em Porto dos Gaúchos. Vamos trabalhar para sair da lista do Ministério do Meio Ambiente. Queremos dar condições de trabalho aos nossos produtores”, pondera o vice-prefeito e secretário de Meio Ambiente de Porto dos Gaúchos, Mário Henrique Lara Ferreira, que teve a oportunidade de conhecer a metodologia de trabalho do “Olhos D’Água da Amazônia”.
De acordo com o gestor público, a organização e disposição dos envolvidos no projeto merecem elogios. “Todos foram muito atenciosos. Fazer o trabalho de regularização ambiental é abrir as portas do município para o futuro. Dificilmente vamos colocar algum produto seja da agricultura familiar ou do agronegócio no mercado nacional ou internacional”, argumenta Ferreira, que ainda completa. “Sem este trabalho as linhas de crédito ficam restritas, sem contar uma série de outros benefícios”.
Com os trabalhos que são realizados pela Secretaria de Meio Ambiente, em parceria com o BNDES, através do Fundo Amazônia o município mostra-se antenado com as exigências do mercado. “Alta Floresta está trabalhando. Temos uma equipe que está buscando transformar o município em uma referência, não apenas estadual como também nacional. Estamos mostrando que é possível conciliar economia e meio ambiente. Essa conquista é de todos. Todos fazem parte desta história”, finaliza a secretária de Meio Ambiente, Irene Duarte. Para mais informações acesse www.olhosdaguadaamazonia.com.br.
Fonte: Fabio Bonadeu/Olhos D’água da Amazônia

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Rei Pelé planta floresta na Amazônia Matogrossense.




Quando o assunto é preservação e recuperação do passivo ambiental, os alta-florestenses estão abraçando esta causa. Como reconhecimento por este compromisso o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), por meio do Fundo Amazônia, tem investido recursos no município. Para reforçar a transparência do Projeto Olhos D´Água da Amazônia, o rei do futebol e embaixador do Fundo Amazônia, Edson Arantes do Nascimento, o brasileiro mundialmente conhecido Pelé, esteve em Alta Floresta para ver de perto este trabalho.
“Fiquei impressionado com o que vi aqui. Podem estar certos que vocês ganharam um aliado. Eu, onde estiver, em qualquer lugar do mundo, vou falar deste projeto. Este trabalho é essencial para que a gente possa garantir um futuro melhor para os nossos filhos, para as novas gerações, podem ter certeza. O mundo todo tomará conhecimento exato do que é trabalhado aqui”, enfatiza Pelé.
O embaixador do Fundo Amazônia também referendou todos os envolvidos, inclusive a equipe executiva do Olhos D´Água da Amazônia. “Tem um pessoal aqui que está trabalhando demais, procurando fazer o melhor para melhorar a vida de todos. Deus só me colocou em equipes vencedoras. Podem ter certeza que vamos vencer mais essa”.
A secretária de Meio Ambiente de Alta Floresta, Irene Duarte tem sido grande entusiasta das ações socioambiental e destaca a legitimidade desta visita. “O Fundo Amazônia vem auxiliar para que possamos recuperar nosso passivo ambiental. Essa visita é muito importante para todos. Com a presença do Pelé e da equipe do BNDES em Alta Floresta, eles estão tendo uma noção exata da relevância do Projeto Olhos D´Água da Amazônia para toda nossa sociedade”.
Com essa mudança Alta Floresta está caminhando a passos largos rumo ao crescimento totalmente baseado na sustentabilidade, e o setor econômico será o maior contemplado, ou seja, os pecuaristas, os madeireiros e os empresários que exportam seus produtos.
O presidente do BNDES, Luciano Coutinho acompanhou Pelé. Na oportunidade conheceram “in loco” como são desenvolvidos os projetos de preservação ambiental. “O projeto é exemplar, muito bonito e nos deixou felizes com a expectativa de que esse projeto possa vir a se multiplicar e nós possamos oferecer mais apoio a projetos aqui na região norte de Mato Grosso”.
Embora todo este trabalho tenha como entusiasta a secretária de Meio Ambiente, nada seria possível sem o apoio e sensibilidade já demonstrado pela prefeita de Alta Floresta, Maria Izaura Dias Alfonso. “Essa é a nossa grande preocupação. A Prefeitura de Alta Floresta, através da Secretaria de Meio Ambiente não está medindo esforços para conseguir os recursos e orientação, para assim, estar apoiando os nossos produtores. Com isso eles estarão resolvendo sua questão ambiental. Toda sociedade de Alta Floresta e região ganha no aspecto social e econômico”, finaliza.

Fabio Bonadeu/Projeto Olhos D´Água da Amazônia.